Resumo:Ressalta que o Brasil adota um modelo burocrático de investidura na magistratura, emdiante aprovação em concurso público, ressaltando que, pelo fato do Judiciário ser convocado a resolver conflitos sociais mais sensíveis, tal modelo deixa de atender às expectativas sociais, gerando uma crise de legitimidade. Sugere, outrossim, o fortalecimento de cursos oferecidos pelas escolas judiciais, mantidos e organizados pelos tribunais judiciários, como etapa obrigatória do concurso, porém, com maior participação da sociedade civil no processo de formação técnica e educacional dos novos magistrados, garantindo-lhes maior legitimidade democrática.
Sumário:Ingresso na magistratura -- Escolas judiciais -- Formação burocrática e legitimidade democrática -- Escolas judiciais como espaço de formação democrática dos juízes